
Já está confirmado pela FIFA de que o Brasil irá sediar a Copa do Mundo em 2014. Mas, será que vale a pena o Brasil ser a sede da Copa do Mundo de 2014?. Do ponto de vista econômico, tudo indica que não. E já há polêmicas nada amigavéis. Segundo os cálculos preliminares da CBF, o Brasil vai pecisar gastar R$ 11 bilhões para se preparar para a Copa de 2014. Tomando por base só essa despesa, sediar o torneio parece uma fria bem gelada. afinal, a quantia daria pra turbinar áreas como saúde, habitação e educação e ainda movimentar a econômia. Se não fosse preciso gastar uma fortunha modernizando estádios. Ou seja, o Brasil não possue a infra-estrutura para sedia a Copa de 2014. Ou será que possue?
Mas é preciso considerar outros itens para medir o retorno de uma copa, como o gasto dos turistas. Pelas contas do governo, a Copa deve atrair 500 mil turistas que gastariam até R$ 3 bilhôes. Além disso, se a competição gerar tantos postos de trabalho quanto a Alemanha gerou em 2006 (25 mil novas vagas), dá para computar mais de R$ 500 milhões em investimentos, já que o custo médio por novo emprego está na casa dos R$ 20 mil. Há ainda quem identifique uma expansão da economia dos países-sede. Mas isso não é o consenso.
O economista Fábio Sá Earp, da UFRJ afirma que "Crescimento econômico é algo dificil de prever com tanta antecedência. No fim das contas, a alta do PIB pode ficar proxima de zero".
A esperança são os beneficios de longo prazo, mais difíceis de medir. Um estádio novo, por exemplo, pode gerar um círculo vicioso no bairro. Bombando o comércio e elevando a arrecadação para fazer mais obras. Sem contar que a Copa pode aumentar o fluxo turístico e melhorar a imagem do país.
Mas é preciso considerar outros itens para medir o retorno de uma copa, como o gasto dos turistas. Pelas contas do governo, a Copa deve atrair 500 mil turistas que gastariam até R$ 3 bilhôes. Além disso, se a competição gerar tantos postos de trabalho quanto a Alemanha gerou em 2006 (25 mil novas vagas), dá para computar mais de R$ 500 milhões em investimentos, já que o custo médio por novo emprego está na casa dos R$ 20 mil. Há ainda quem identifique uma expansão da economia dos países-sede. Mas isso não é o consenso.
O economista Fábio Sá Earp, da UFRJ afirma que "Crescimento econômico é algo dificil de prever com tanta antecedência. No fim das contas, a alta do PIB pode ficar proxima de zero".
A esperança são os beneficios de longo prazo, mais difíceis de medir. Um estádio novo, por exemplo, pode gerar um círculo vicioso no bairro. Bombando o comércio e elevando a arrecadação para fazer mais obras. Sem contar que a Copa pode aumentar o fluxo turístico e melhorar a imagem do país.
Se tudo isso acontecer, aí sim, quem sabe em algumas décadas nós como filhos do governo poderemos dizer que sediar uma copa é um bom negócio?
E por falar em negócios veja os dados abaixo:
Aqui temos uma estimativa de gastos para a Copa 2014.
R$ 8,5 bilhões
Onde: infra-estrutura
Quem Gasta: Adivinha?? O Governo logico.
Quem paga: Chuta aí pra ver se dá gol.
A grana para a infra-estrutura das cidades sedes. Segundo a FIFA, 4 candidatas prescisam aumentar seu aeroporto e 6 não tem transporte público estrutirado para receber adequadamente os jogos.
R$ 2 bilhões
Onde: Reforma e construção de estádios.
Quem gasta: Iniciativa privada. NOSSAAAA!!!!
A aposta é que os governos locais busquem capital privado para fazer decolar os projetos. E em troca, os empressários teriam o direito de administrar os estádios por no minimo 20 anos, para, em tese, obter lucro.
R$ 700 milhões
Onde: Instalações oficiais
Quem gasta: FIFA
este é o unico dinheiro garantido. A FIFA afirma que ela mesma vai bancar a construção de estruturas de apoio para os jogos, da sede do comitê organizador, dos centos de mídia e das centrais de segurança.
Agora vamos imaginar um plano para aplicar a grana
R$ 2,1 bilhão
Onde: Expansão do saneamento
Para: Levar´água tratada a 2,2 milhões de casas e coleta de lixo a 2,1 milhões, cerca de 20% do deficit de saneamento.
R$ 2,8 bilhões
Onde: Crédito para casas populares
Para: Financiar a construção ou compra de 480 mil casas populares. 6% do déficit habitacional
R$ 2,8 bilhões
Onde: Universalização da eletricidade
Para: Levar luz a 1,6 milhão de pessoas no campo. 13% da população sem acesso à energia.
R$ 1,4 bilhão
Onde: Combate ao analfabetismo.
Para: Ensinar 600 mil jovens e adultos filhos do governo completamente analfabetos a ler e a escrever. O que representa 4% a menos de analfabetos no país.
R$ 1,4 bilhão
Onde: Bolsa Familia. ARRRGHHHHHHHH
Para: Custear o programa por um ano para 1,8 milhão de famílias, que receberiam um auxilio mensal de R$ 62, 00 (????)
R$ 700 milhões
Onde: Saúde da família
Para: Levar o programa saúde da Família a mais 2 milhões de pessoas.
Pois é. Brasil 2014






Nas férias escolares as ruas aproveitam a ausência das crianças e de manhã os carros passam preguiçosos. Nas escolas só o rumor da revolta em turnos dos professores. Nas férias escolares começam a fazer sentido as melhores previsões metereológicas. Os comendadores estão a dormir. Fazem-se limpezas e projetos. As teses adiadas (talvez o presidente do júri entretanto morra). Podemos finalmente escrever para os amigos.









